Presidente é entrevistado no BCS Floripa 2026


1. Como sua liderança como Diretor da Região Sudeste da CBX e Presidente da Federação de Xadrez do Estado do Rio de Janeiro contribuiu para o crescimento do xadrez no Brasil, e de que forma essa expertise pode ser aplicada para promover o esporte e o desenvolvimento em contextos internacionais?

Como Diretor da Região Sudeste da CBX e Presidente da FEXERJ, organizei mais de 50 torneios anuais, incluindo o Rio Chess Open,  o Sampa Chess Open e o Rio Chess Masters, que atraiu centenas de jogadores e aumentou a participação em 30% na região nos últimos anos. Isso fomentou o crescimento do xadrez ao investir em programas de base, como treinamentos com GM Diamante para jovens e parcerias com escolas, expandindo o esporte de nicho para uma ferramenta de desenvolvimento pessoal e estratégico.

Essa expertise pode ser aplicada internacionalmente ao compartilhar modelos de organização federativa e integração comunitária, ajudando federações locais a atrair novos talentos e promover o xadrez como meio de educação e inclusão social, com impacto em comunidades diversas.

2. Como árbitro internacional de xadrez e fundador do Clube de Xadrez Carioca, quais inovações você introduziu na organização e arbitragem de torneios que impactaram positivamente a comunidade enxadrista brasileira, e como essas contribuições poderiam melhorar a inclusão e acessibilidade no xadrez em escala mais ampla?

Como árbitro internacional FIDE e fundador do Clube de Xadrez Carioca, eu introduzi o uso de tecnologias como o idChess para transmissão digital de tabuleiros em tempo real, como na Etapa Metropolitana do JERJ no RJ em 2024, onde arbitrei e transmiti 10 tabuleiros simultaneamente, entre vários outros torneios em que apliquei esta tecnologia. Isso reduziu erros de arbitragem e aumentou a transparência, beneficiando mais de 200 participantes por evento e fortalecendo a comunidade enxadrística brasileira.

Essas inovações poderiam melhorar a inclusão em escala mais ampla ao tornar torneios acessíveis via streaming gratuito, permitindo que jogadores de regiões remotas ou com limitações físicas participem ou assistam, promovendo equidade e diversificando o acesso ao xadrez como atividade competitiva e educacional.

3. Sendo reconhecido como o maior especialista em transmissão de torneios de xadrez no Brasil, como você utilizou tecnologias de streaming para aumentar a visibilidade e o engajamento global do xadrez, e qual seria o impacto potencial dessa expertise em parcerias internacionais para o esporte?

Como especialista em transmissões, utilizei plataformas como Periscope (em 2016 para torneios estaduais) e ferramentas modernas como idChess para lives do II Sampa Chess Open em 2025, alcançando milhares de visualizações globais por rodada. Isso elevou o engajamento ao oferecer análises em tempo real e interatividade, transformando o xadrez em um espetáculo acessível e atrativo para audiências internacionais. Além do idChess utilizo os tabuleiros DGT para transmissão ao vivo com bastante sucesso, como no Brazil Chess Series de 2025 e 2026.

O impacto potencial em parcerias internacionais seria o de modernizar as transmissões nas federações globais, aumentando a audiência em até 50% por evento e fomentando colaborações para torneios híbridos, o que ampliaria o alcance do esporte e seu valor como plataforma educacional e cultural.

4. Quais projetos ou iniciativas específicas você desenvolveu em sua carreira no xadrez, como na CBX ou em arbitragens internacionais, e como esses elementos o posicionam para contribuir de forma excepcional para o avanço do xadrez como ferramenta educacional e competitiva?

Desenvolvi iniciativas como a integração de xadrez em escolas públicas no Rio de Janeiro via FEXERJ, treinando mais de 500 alunos anualmente, e a arbitragem em torneios internacionais com foco em regras inclusivas como os Deficientes Visuais. Na CBX, eu sugeri projetos de digitalização de partidas através de planilhas eletrônicas, como o uso de software específico.

Esses elementos me posicionam excepcionalmente para avançar o xadrez, pois combinam liderança prática com inovação, permitindo contribuições únicas em programas educacionais que desenvolvem habilidades estratégicas e competitivas, beneficiando comunidades globais.

5. Olhando para o futuro, qual é o seu plano específico para expandir o xadrez, considerando seu histórico de liderança na CBX e expertise em transmissões, e por que você acredita que isso atende a interesses mais amplos, como o fomento à inteligência estratégica e à saúde mental em jovens?

Meu plano inclui expandir transmissões digitais para torneios em todo o Brasil e em contextos internacionais, criando uma rede de profissionais qualificados por meio de parcerias com federações globais, e desenvolver programas de treinamento online baseados na minha liderança na CBX e expertise em streaming, com foco em jovens de áreas sub-representadas, para capacitá-los a obter remuneração profissional enquanto elevamos a visibilidade e o impacto do xadrez.

Acredito que isso atende interesses mais amplos porque, ao integrar transmissões inovadoras e treinamentos acessíveis, isso aumentará de forma exponencial a visibilidade do xadrez e, com isso, fomentar inteligência estratégica e saúde mental em jovens, reduzindo estresse e melhorando foco, com evidências de estudos globais demonstrando ganhos em desempenho acadêmico e resiliência emocional em comunidades diversas.

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